Nas horas escuras que nos separam dos dedos róseas da aurora
Penava minha solitude, enquanto ignoravas o meu clamor que singrava os céus por Nuvens e satélites e se traduzia em ruído eletrônico
Regozijáva-se de minha súplica, tomado pela fúria
Pensando que serei capaz de lhe conceder minha indulgência
Basta!
Estou aborrecida!
Agora, meu desejo é quem não está mais presente.
Não receberás nenhum quinhão de minha atenção
Repouse em seu pranto,
Pois minha partida é iminente
Hesitou em todas as horas – ó, grandessíssimo titubeador!
Por mais repleto de pesar que estejas, teu destino será penar atendendo à todas as minhas mais fúteis vontades
Achou ser o uno, entre todos? Engana-se tremendamendamete.
Agora, pasme, tolo! Perserguirá-me para todo o sempre!
Thirap thuru, thirap thuru… ou lah ou lah…
Thirap thuru, thirap thuru… ou lah ahah…
Tags: mc perlla, Poesias Abstratas, vacilão
Novembro 22, 2006 às 2:08 pm |
e pensar q eu não entendi