Um sonho quebrado
Asas amarradas em laço
Despresente ao coração apertado
Batendo fora de compasso
Eis que surgem os devaneios
A autoflagelação predileta
E não passou um dia inteiro
Sem que lembrasse dela
Em pesadelos
Ou ao sol nascente
Apesar do apelo
Volta à mente
Imagens lindas
Talvez até reais
A saudade brinda
E os dias são iguais iguais iguais
Já era tempo de passar
Mas não passa
Já faz tempo que não há
Mas nunca vira nada
Já não vem o desespero
Mas nunca redime-se o erro.
Ilusão
Sem perdão
Sempre não
Eterna repetição
Nenhuma palavra vai ajudar agora.
Tags: asas, coração, desespero, devaneios, ilusão, perdão, pesadelos, Poesias Abstratas, saudade, sol
Maio 24, 2007 às 3:37 am |
bah.. até arrepiei aqui! a tua bic usa como tinta o nosso sangue…
bjo
Maio 24, 2007 às 1:17 pm |
lindo
como sempre
aiai
senti aqui tb…
Maio 25, 2007 às 2:05 am |
…
Maio 29, 2007 às 7:56 am |
O único estado que existe é o passado, se o tiveres na cabeça. No momento em que te tocas do presente ele é passado. O futuro não existe, logo…
Cara, seria mais fácil se você viesse ao meu blog e deixasse um comentário. Isso é o típico do blogueiro.
Viu a poesia ducatzo do Claudio Vianna do dlingua.blogspot.com? É bem divertida.
Julho 1, 2007 às 11:36 pm |
Sempre leio seus textos e gosto muito.Você é uma pessoa talentosa.