Arquivo do mês: maio 2006

fim da odisséia.


Eu queria fazer um poema homérico Que contasse histórias forjadas em fogo hadeano Que descrevesse seres mitológicos Com uma narrativa titânica Eu quis fazer um conto sobre amor platônico Mas me perdi em pensamentos afrodisíacos Envolvendo algumas ninfetas Eu quis … Continuar lendo

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ali terá ação.


Em verdes vales vivem Vagabundos vindos de Veneza (em Veneza não há verdes vales) Veio voando, vão Feito um véu ao vento Um vagalume veloz Voluntariamente, velei Vislumbres vivazes De vagas viagens Nas vilas vizinhas Vultos e vaias O vírus … Continuar lendo

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anti-post.


Satisfação garantida ou seu dinheiro devolta! Que dinheiro? E pra quê? Se ela não me dá bola…. Dinheiro é só papel A gente troca a vida por papel Que eu uso para fazer o papel aparecer Gasta tanto papel…. Eu … Continuar lendo

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da biblioteca.


Estava sozinha. Chorava baixinho…Uma poesia com forma, encarnada. Ficava ainda mais bela com olhos que, de tão avermelhados, pareciam irreais. Mas era uma casca, vazia como uma história pela metade. E quantas histórias e histórias descasavam à sua volta. Fechadas, … Continuar lendo

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