grandessíssimo titubeador.

Nas horas escuras que nos separam dos dedos róseas da aurora
Penava minha solitude, enquanto ignoravas o meu clamor que singrava os céus por Nuvens e satélites e se traduzia em ruído eletrônico

Regozijáva-se de minha súplica, tomado pela fúria
Pensando que serei capaz de lhe conceder minha indulgência

Basta!
Estou aborrecida!
Agora, meu desejo é quem não está mais presente.

Não receberás nenhum quinhão de minha atenção
Repouse em seu pranto,
Pois minha partida é iminente

Hesitou em todas as horas – ó, grandessíssimo titubeador!
Por mais repleto de pesar que estejas, teu destino será penar atendendo à todas as minhas mais fúteis vontades
Achou ser o uno, entre todos? Engana-se tremendamendamete.
Agora, pasme, tolo! Perserguirá-me para todo o sempre!

Thirap thuru, thirap thuru… ou lah ou lah…
Thirap thuru, thirap thuru… ou lah ahah…

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2 comentários em “grandessíssimo titubeador.

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