Arquivo do mês: janeiro 2011

crise.


Marques procurou por Siqueira a tarde inteira. Andar por andar, ramal por ramal. Mas acabou encontrando o sujeito apenas quando desistiu de procurar e foi tomar um café: _ Zé! _ Opa. _ Eu tava te procur… Que porra de … Continuar lendo

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felizes por acaso.


Este poema Não suscita discurso ou dilema Não é solução nem problema Este poema saiu atrasado Escrito sob a luz do sinal fechado Que fez do papel branco, rosado Quer ser sintoma de tempos fugazes De remédio para gazes De … Continuar lendo

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